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INTEGRAÇÃO HOSPITALAR

Controle de acesso integrado ao Tasy e ao MV

A portaria do hospital libera visitantes, acompanhantes e equipe a partir do sistema de gestão hospitalar que a instituição já usa.

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COMO FUNCIONA

O sistema do hospital comanda a catraca

Em hospital, quem pode entrar depende de quem está internado: o visitante de um paciente, o acompanhante de outro, o médico de plantão. Quando essa informação está só no sistema de gestão, a recepção digita tudo de novo no controle de acesso, e o cadastro duplicado erra.

A Headlinks integra o controle de acesso ao Tasy, da Philips, e ao MV. A informação passa a ter uma origem só: o que está registrado no sistema do hospital é o que a catraca libera.

A integração funciona de três formas, que podem ser combinadas conforme a rotina de cada hospital.

Liberação de visitantes e acompanhantes

O controle de acesso consulta os pacientes no Tasy ou no MV para liberar visitas e acompanhantes.

No HFCP, em Piracicaba, telas gráficas controlam o número de visitantes por leito e impedem a entrada de um novo visitante quando o limite daquele leito já está preenchido.

Funcionários e médicos vindos do sistema hospitalar

Em alguns hospitais, o cadastro de funcionários e médicos é importado do sistema de gestão, e o acesso de cada um acompanha o que está registrado lá.

O Tasy ou o MV como tela da recepção

Há hospitais em que o operador trabalha só no Tasy ou no MV. Ele registra o visitante no sistema hospitalar, e a integração libera o acesso na catraca, sem uma segunda tela de controle de acesso na recepção.

Em uso nos hospitais clientes

Na BP – Beneficência Portuguesa de São Paulo, a integração com o Tasy libera mais de 2.000 visitantes por dia, num sistema com mais de 200 pontos controlados entre catracas e portas.

O Hospital Moriah usa o controle de acesso integrado ao Tasy desde a inauguração, e o HFCP integra o Tasy e o RM Labore, da TOTVS.

CASES

Quem já usa

Perguntas frequentes

O controle de acesso da Headlinks integra com o Tasy e com o MV?

Sim. A Headlinks integra o controle de acesso ao Tasy, da Philips, e ao MV, os sistemas de gestão hospitalar. A BP – Beneficência Portuguesa, o Hospital Moriah e o HFCP usam a integração com o Tasy.

Como a integração com o sistema hospitalar libera visitantes e acompanhantes?

O controle de acesso consulta os pacientes no Tasy ou no MV para liberar visitas e acompanhantes. Na BP – Beneficência Portuguesa são mais de 2.000 visitantes liberados por dia dessa forma.

Dá para limitar o número de visitantes por leito?

Sim. No HFCP, em Piracicaba, telas gráficas controlam o número de visitantes por leito e impedem a entrada de um novo visitante quando o limite daquele leito já está preenchido.

A recepção precisa usar dois sistemas, o hospitalar e o de controle de acesso?

Não necessariamente. Em alguns hospitais, o operador trabalha só no Tasy ou no MV: ele registra o visitante no sistema hospitalar, e a integração libera o acesso na catraca.

Funcionários e médicos também podem ser cadastrados pelo sistema hospitalar?

Sim. Em alguns hospitais, o cadastro de funcionários e médicos é importado do Tasy ou do MV, e o acesso de cada um acompanha o que está registrado no sistema.

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